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Andando por todos os cantos... Casa Nova Já mudei de casa muitas vezes, e sempre é diferente. Sempre dá frio na barriga. Sabe quando você vive algo que você ajuda a construir? Que você vê crescer? Acho que vai ser assim, mais uma mão, mais um coração escrevendo essa história. Escrito por Tamires E. Viana às 23h03 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] =] Meu dia fugiu do lugar-comum. Como costumam ser os meus últimos dias de férias. Já está virando costume. (O bom é que são sempre boas novas) Estou com um sorriso irrefreável hoje. Não adianta, ninguém tira isso de mim.
Escrito por Tamires E. Viana às 20h52 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Jogos Cooperativos - Trabalho colaborativo Rubem Alves é um autor de quem eu particularmente gosto muito. Estou frente a encarar um novo desafio. E de férias, portanto lendo todos os livros que ficaram parados na lista do "to do" durante todo o ano que se passou. Dele não li nenhum livro recentemente, mas encontrei muitos artigos muito bons, já postei aqui anteriormente um texto em que ele fala sobre aprender... que é fantástico. Hoje venho falar um pouco sobre colaboração, cooperação... Apesar de ainda vivermos num mundo onde tudo que quererm é vencer e vencer ainda mais, eu venho propor a colaboração. Por que se todos nós quiséssemos ganhar juntos, todos poderíamos ganhar. Em prol do todo e não apenas do uno. Para inspirar uma manhã de domingo que começou ensolarada e ao som da maravilhosa Peggy Lee (I got it Bad) Neste texto ele fala de casamento e cita dois tipos, o tênis e o frescobol, mas vale pra tudo, não apenas para o casamento. Extrai um trecho do texto (que se encontra na íntegra abaixo) para servir de prova, como um pequeno pedaço do mais delicioso chocolate que nos é oferecido pela promotora no supermercado e que desejamos tanto que fosse maior... "Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir sua cortada palavra muito sugestiva - que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro. O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolve-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos... " Tenho aqui mais algumas coisas muito interessantes sobre trabalho colaborativo de outros autores, encontrei tudo através do Fabio Otuzi Brotto ( http://jogoscooperativosefe.ning.com ) fantástico autor que um dia me apresentou o Clips de maneira genial! Mas depois coloco aqui, hoje apenas Peggy Lee e Rubem Alves já conseguiram ganhar o dia! Um ótimo domingo à todos.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Tênis e Frescobol Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos [relacionamentos] são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa. Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele:
"Ao pensar sobre a possibilidade do casamento, cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: 'Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até sua velhice?' Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar."
Scheherazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manha, e terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no filme “O Império dos Sentidos”. Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites. O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fossem música. A música dos sons ou da palavra - é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer. Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras. E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: "Eu te amo...". Barthes advertia: "Passada a primeira confissão, 'eu te amo' não quer dizer mais nada." É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética. Recordo a sabedoria de Adélia Prado: "Erótica é a alma". O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir sua cortada palavra muito sugestiva - que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro. O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolve-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos... A bola: são nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho prá lá, sonho prá cá... Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí- lo, arrebenta-lo, como bolha de sabão... O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.
Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres.
Bola vai, bola vem - cresce o amor... Ninguém ganha, para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim...
Escrito por Tamires E. Viana às 13h01 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] JURAMENTO DO COZINHEIRO: Prometo no exercício da profissão de cozinheiro fazer uma cozinha que convida, aconchega, acolhe as pessoas e que nunca exclui ninguém. Prometo ter prazer de servir tudo o que faço na cozinha com o mesmo prazer que tenho em cozinhar. Prometo fazer sempre mais com menos e de menos fazer sempre mais com o que eu tiver em mãos. Prometo respeitar todos os ingredientes que a mãe natureza me oferece, pois também faço parte dela. Prometo fazer petiscos e entradas fartos de alegria, pratos quentes repletos de felicidade e sobremesas recheadas de carinho. Prometo sempre cozinhar para dar prazer a nossas vidas, e com isso compensar todas as nossas perdas. Prometo fazer uma comida sempre bonita, mas principalmente saborosa. Prometo manter minha faca sempre afiada, a chapa quente, o caldo fervendo e o coração tranquilo na medida do possível. Prometo ser leal e verdadeiro com meus chefes e clientes, mas acima de tudo ser leal e verdadeiro comigo mesmo. E também prometo fazer sempre o meu trabalho com emoção e perfeição, para que um dia quem sabe alcançar a transcendência de ser um verdadeiro chef de cozinha. Que assim seja. Escrito por Tamires E. Viana às 00h30 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Uma semana em silêncio Acho que eu devia passar uma semana sem falar nenhuma palavra. Escrito por Tamires E. Viana às 00h46 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Trecho do livro "O caminho do guerreiro pacífico" - Dan Milman Acordem! Acordem! Logo esse que você acha que é morrerá; por isso, acorde e alegre-se por saber disso". "Não há necessidade de busca; a realização não leva a parte alguma. Não faz diferença; portanto, seja feliz agora! O amor é a única realidade do mundo, porque tudo é UM, sabe? E as únicas leis são o paradoxo, o senso de humor e a mudança. Não existe problema, nunca existiu e jamais existirá. Abandone a sua luta, livre-se da mente, jogue fora suas preocupações e relaxe no mundo. Não é preciso resistir à vida; basta fazer o melhor. Abra os olhos e veja que você é muito mais do que imagina. Você é o mundo, você é o universo; você é você e todo o mundo também! Tudo é o maravilhoso Jogo de Deus. Acorde, recupere o humor. Não se preocupe, apenas seja feliz. Você já é livre." pag. 210-211 Escrito por Tamires E. Viana às 07h36 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Pode parecer texto de auto-ajuda, mas não deixa de ser bonito:
"Decidi Triunfar... E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar... Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las. Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução. Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis. Decidi ver cada noite como um mistério a resolver. Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz. Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las. Naquele dia, descobri que eu não era o melhor E que talvez eu nunca tenha sido. Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora, me importa simplesmente saber melhor o que fazer. Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir. Aprendi que o melhor triunfo que posso ter é ter o direito de chamar a alguém de "Amigo". Descobri que o amor é mais que um simples estado e enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida". Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser a minha própria tênue luz deste presente. Aprendi que de nada serve ser luz se não vai iluminar o caminho dos demais. Naquele dia, decidi trocar tantas coisas... Naquele dia, aprendi que os sonhos são somente para fazer-se realidade. E desde aquele dia já não durmo para descansar... Agora simplesmente durmo para sonhar." Escrito por Tamires E. Viana às 12h20 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Para Jager Vargas, ou Jady, mas só para os intimos (saudades dessa que vive num reino tão tão distante...
Escrito por Tamires E. Viana às 21h20 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Hoje toda gente se trata por tu. Hoje Toda a Gente se Trata por Tu Escrito por Tamires E. Viana às 22h35 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Cabide! E se eu fingir e sair por ai na noitada E se eu sumir dos lugares, dos bares, esquinas Chega de fazer fumaça, de contar vantagem Escrito por Tamires E. Viana às 23h11 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Hoje acordei querendo conversar comigo mesma, então isso hoje vai render um papo... Sempre que um ano se acaba a gente fica recordando das coisas que viveu, dos dias passados e do que queremos para o futuro... Mania besta de querer se antecipar à vida. Mas eu pelo menos sou assim, não tem muito jeito. 2009 foi um ano bom para mim, vivi MUITA coisa, conquistei outras tantas, se fosse para intitular o ano colocaria o título de "Ano das conquistas profissionais". Por que neste aspecto, não posso negar, foi muito bom para mim, é claro que em alguns outros não posso dizer o mesmo, mas a vida é cheia disso não? Altos e baixos... Não fui menos feliz decerto, mas se a gente quantificar conquistas, fica mais fácil exemplificar. Suponhamos que eu tenha tido 100 conquistas ao longo de 2009, 90 dessas conquistas foram profissionais, não foi algo "equilibrado" em várias áreas entende? Assim como 2008 para mim foi um ano muito mais emocional do que qualquer outra coisa. Não, não são só conquistas emocionais que faltam, faltam conquistas pessoais, acadêmicas (principalmente), de saúde, de amizade, de um mundo melhor até. Não sei bem o que será de 2010, algumas coisas são um tanto nebulosas para mim. Vejo algumas coisas como mais "urgentes" que outras, sinto uma necessidade enorme em resolver 2 ou 3 aspectos. As vezes acho que devo ter calma, depois acho que tenho que resolver logo. Sei que qualquer decisão deve partir de mim, mas confesso que está difícil decidir... Aliás... BEM difícil, sabe quando você sente que nunca tomou uma decisão tão difícil? Estou assim. Sabe qual a minha vontade as vezes? Não tomar decisão nenhuma, apenas viver e deixar que a vida fosse me levando... Fazer outras coisas. Sei que esse tipo de vontade é fuga. E que fugir não adianta. Tive uma conversa com um amigo por esses dias e ele me disse: "Você pode fazer tudo! Tem o mundo nas mãos, é só escolher o que você quer..." Parece ironia, mas acho que quanto mais opções a gente tem, mais difícil é a decisão a ser tomada. Aí vem essa pane, essa vontade de não fazer nenhuma das opções, renegar. risos. Fugas... ai, ai. Na minha busca por respostas encontrei alguns textos, gostei do trecho a seguir "Realizar escolhas não é tarefa fácil. Mesmo quando uma escolha parece simples e corriqueira, ainda assim o processo é complexo. Porque escolher significa abrir mão de uma série de outras possibilidades não escolhidas; escolher implica na elaboração de um luto."
Três Coisas (Fernando Sabino) De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando, A certeza de que é preciso continuar e A certeza de que podemos ser interrompidos antes de terminar. Fazer da interrupção um caminho novo, Fazer da queda um passo de dança, Do medo uma escola, Do sonho uma ponte, Da procura um encontro. E assim terá valido a pena existir. Escrito por Tamires E. Viana às 22h27 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Até quando? Senti uma vontade irrefreável de vir até este espaço hoje. Até quando vou permitir que ele afete a minha vida, que me deixe pensando nele e planejando situações para encontrá-lo e mostrar como estou bem, conversar com ele, acho que ainda sobra aquele desejo oculto de que ele volte correndo e diga: errei, você é a mulher da minha vida. Mesmo sabendo que eu não sou! E que ele definitivamente não é o homem da minha vida! Acho que preciso seguir os conselhos do Fê: "Nada como um novo amor para esquecer um velho amor..." Quem dera fosse simples assim, virar um botão... Não é. E sei também que não é simples por que eu complico. Mas aí alguém podera perguntar: Se você sabe de tudo isso, por que você ainda sofre? Por que eu devo gostar de sofrer, não é possível.
Escrito por Tamires E. Viana às 23h32 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Só por essa noite. Hoje eu quero sair só. Se você quer me seguir não é seguro, vem ca me deixa fugir prum quarto escuro. Eu não posso ficar, me beija a boca... Já deu minha hora e eu tenho que ir pra rua! (minha versão para a música abaixo).
Se você quer me seguir Não é seguro Você não quer me trancar Você não vai me acertar Não demora eu tô de volta Hoje eu quero sair só! Não demora eu tô de volta. Escrito por Tamires E. Viana às 19h45 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Poucas Palavras. Por que é que a gente se preocupa tanto com algumas coisas em algumas situações Como agir, como falar, como reagir. Semana passada levei 4 horas para elaborar um sms. Mas depois de redigido tive certeza de que foi impecável. Por que essa preocupação com a perfeição? Com ficar dentro da linha, com não errar? Nesta situação em que eu vivi especificamente, foi parte de uma estratégia, e as estratégias sempre são em prol de um objetivo. Por conta de algo que a gente quer conseguir/conquistar. Acho que por isso a busca por perfeição... Para chegar onde se quer. Só fico me perguntando qual o mal da imperfeição? Se tudo não passa de prefixo, por que é que a gente não pode chegar onde deseja sendo imperfeito, cometendo erros... Bom, hoje é feriado, dia de sol, dia de estar com os bem quistos! Vamos então ao #Feriadocomasamigas
Escrito por Tamires E. Viana às 16h13 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Aviso aos tripulantes: O piloto enlouqueceu. Essa frase me veio como memória de uma reportagem que mostrava que piloto e co-piloto esqueceram de pousar o avião, 1h passada do local de destino os comissários avisaram os pilotos. O mundo tá mesmo perdido. Escrito por Tamires E. Viana às 14h27 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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